Agora dá para fazer Link pular onde você quiser. The Legend of Zelda: Ocarina of Time, que chega em 5 de novembro ao Nintendo Switch 2, tem um botão específico para pular, algo que a versão de 1998 nunca teve. A câmera também pode ser girada livremente com o analógico direito.

O original era um jogo do Nintendo 64. A Nintendo revelou a data de lançamento e o conteúdo do remake em uma Nintendo Direct em setembro. A música agora é tocada por uma orquestra, e os diálogos das cutscenes ganharam vozes, com mais falas do que antes. Dá para jogar em português do Brasil, e o jogo é para um jogador.

Link desferindo um golpe de espada contra um inimigo em combate

Dá para enfrentar de novo os chefes que você já derrotou?

Dá. No Hall of Fallen Heroes, revelado no trailer geral de outubro, há estátuas enfileiradas dos monstros que você derrotou. Diante de uma estátua, dá para ler sobre aquele monstro. Diante da estátua de um chefe, você pode desafiá-lo para uma revanche.

Threads of Time, revelado na Nintendo Direct de setembro, permite conferir a qualquer momento até onde você avançou na história e qual é o próximo objetivo. O recurso apresenta uma grande tapeçaria, cuja imagem vai sendo preenchida conforme a jornada avança.

Link tocando Zelda's Lullaby na ocarina

Com o que se toca a ocarina?

As músicas que você aprendeu podem ser cantaroladas ou tocadas em um instrumento de verdade. O microfone do Nintendo Switch 2 capta o som, e Link toca a música no jogo. Os botões também funcionam.

Dá para tocar no celular também. O ZELDA NOTES, parte do Nintendo Switch App, oferece prática guiada e reprodução automática, e você pode compartilhar suas partituras com outras pessoas por QR code. Também inclui um jogo em que você usa imagens como dica para encontrar lugares dentro do jogo, além de um quiz com mais de 2.000 perguntas que dá para responder de graça uma vez por dia.

A HORI vai lançar uma ocarina eletrônica, a Electric OCARINA OF TIME, ainda este ano. Ela tem licença oficial da Nintendo e não exige sopro para ser tocada. Assim como ao cantarolar, o microfone do console capta as notas tocadas pela ocarina eletrônica.

Link correndo por um caminho na floresta com a Navi

Pular, correr, trocar de item: como mudaram os controles?

A Nintendo também deu a Link um dash. As imagens divulgadas mostram Link mergulhando na água e ganhando velocidade enquanto nada.

Segundo a matéria de um grande veículo de games, escrita depois de cerca de duas horas de jogo, fixar a mira em um inimigo, pular e apertar Y resulta em um ataque com pulo. Agora dá para trocar de item por meio de um menu na parte de cima da tela, aberto com L ou R. Ao contrário do original, afirma a matéria, não é preciso abrir o menu Start para isso.

O Burgo de Hyrule

O que muda no Burgo de Hyrule e na tela?

A Nintendo diz que os tempos de carregamento ficaram menores. Dia e noite se alternam onde quer que você esteja, inclusive dentro das cidades.

De acordo com a mesma matéria, o Burgo de Hyrule formava uma única área contínua, da praça aos becos e ao interior das lojas, sem telas de carregamento. Um veículo japonês de games informa que as telas de carregamento entre áreas foram mantidas de propósito, para preservar a sensação do original. A matéria também diz que o jogo roda a 60 quadros por segundo, contra 20 do original.

Segundo a mesma matéria, a interface exibida na tela pode ser configurada em três níveis e desaparece no nível mais baixo. Um mapa no canto da tela mostra a direção em que você está olhando e as salas em que você ainda não entrou. Agora a Navi dá conselhos quando você fixa a mira em um inimigo e pressiona o lado direito do direcional; assim, as interrupções não solicitadas se tornam menos frequentes. As falas dos moradores e da Navi aparecem em balões de fala, e caem mais rúpias, acrescenta a matéria.

O Threads of Time pode mostrar o próximo objetivo quando você quiser, e uma opção permite esconder a interface. Seguir em frente sem nunca se perder ou explorar sem nada na tela: parece que o mesmo jogo vai deixar você escolher.